terça-feira, 31 de outubro de 2017

Resultado das produções da atividade 8

Nossas nuvens de palavras

Nuvem de palavras de Felipe Alves

Nuvem de palavras de Ítalo

Nuvem de palavras de Laís

Nuvem de palavras de Júlia

Nuvem de palavras de João Pedro

Atividade 8



Nuvem de palavras

Nuvem de palavras (word cloud) é um gráfico digital que mostra o grau de frequência das palavras em um texto. Quanto mais a palavra é utilizada, mais chamativa é a representação dessa palavra no gráfico. As palavras aparecem em fontes de vários tamanhos e em diferentes cores, indicando o que é mais relevante e o que é menos relevante no contexto. Esse recurso pode ser utilizado em atividades de interpretação e produção de textos. O desenvolvedor Jason Davies criou o Word Cloud Generator, programa de uso gratuito que cria nuvens de palavras. 
Acesso em: 09. Maio, 2017.


Atividade de escrita versão sem tecnologia: Criar uma nuvem de palavras a partir das sua próprias características pessoais ou  sobre a tela de Portinari, utilizando lápis de cor ou recortes de palavras de revistas. 

Atividade de escrita versão tecnologia: Acessar um site de produção de ‘”Word Cloud” e criar uma nuvem de palavras sobre suas características pessoais ou sobre a tela de Portinari. Acesse o link abaixo e divirtam-se.






"Meninos soltando pipas" - 1950


segunda-feira, 30 de outubro de 2017

Atividade 7

JOGO "CORRIDA NAS LETRAS"

Cada jogador se representa no tabuleiro  por um pião sobre a inicial do seu nome. O primeiro a jogar lança um dado e deve avançar seu pião tantas casas quantas indicou o dado. Para permanecer nesta casa, deve dizer e escrever  duas palavras que comecem com a letra que aí está. Se não conseguir, retrocede duas casas e diz e escreve duas palavras que comecem por esta nova letra. Se não conseguir, retrocede sucessivamente até voltar de onde saiu. Ganha o jogo aquele que primeiro tiver percorrido todo o trajeto, atingindo pela segunda vez sua letra inicial.


CORRIDA NAS LETRAS


Figura 18- Tabuleiro do jogo Corrida nas letras, adaptado.
Fonte: Grossi (1990, p. 142)

sexta-feira, 27 de outubro de 2017

Atividade 6


ATIVIDADE:  PAUSA PARA CRIAR



1- Seguem-se alguns quadrinhos. Escreva nos balões aquilo que o desenho lhe sugere.
2- Há outros que têm só balões. Invente o desenho, mas a sua maneira sem se preocupar com o traço.
3- Invente seu quadrinho. Faça como nos textos; recorte, costure, cole, escreva, desenhe, redesenhe, reescreva, mostre ao colega.

Figura 11- Quadrinhos.
Fonte: Claver (1994, p. 58)
  

Figura 12 - Quadrinhos. Fonte: Claver (1994, p. 59)



Figura 12 - Quadrinhos. Fonte: Claver (1994, p. 61)


quinta-feira, 26 de outubro de 2017

Resultado das produções da Atividade 5

Classificados Poéticos 









Atividade 5


    ATIVIDADE: VAMOS VENDER O FEDEX


As companhias de cigarro nunca vendem nicotina, mal-estar, mal-cheiro, poluição etc. Vendem status social, saúde, vigor físico, sucesso etc.
Ronald Claver

A partir dessa consideração, levantemos alguns tópicos de que a arte da propaganda se utiliza.

·         Os recursos de linguagem poética – repetições de consoantes e vogais, rimas, comparações, metáforas e conotações:

Pag Pouco
Se é Bayer é bom.
Melhoral, melhoral, é melhor e não faz mal.
Tomou Doril a dor sumiu.
Pense Forte, pense Ford.

·         Uma linguagem apelativa, que explora as ansiedades, vaidades, frustrações do consumidor, influi de modo decisivo no comportamento e postura do homem comum e, fantasiosamente, camufla as frustrações da realidade:

Quem fuma Minister sabe o quer. E você?
Ao sucesso com Hollywood.
No Brasil toda mulher tem Charm.

·         Associações arbitrárias do símbolo com o simbolizado:

Mulher pelada com automóvel.
Status social com cigarro.
Vigor físico com remédio.

·         A linguagem popular, através da exploração dos ditos populares, provérbios, gírias etc.:

Dize-me o que lês e te direi quem és - Veja.
Ponha algumas pedras no caminho da sua sede – Antárctica.
Quem tem outro carro anda com o Fusca atrás da orelha.

O propagandista sabe que uma boa imagem vale por mil palavras. Daí o requinte visual das propagandas. Sabe também que a propaganda subliminar explora de modo consciente as zonas obscuras do inconsciente. Por isso lança mensagens em determinados momentos e em certa regularidade. Deste modo, ficou famosa a “pipoca” que aparecia num cantinho da tela durante a exibição de um filme. Terminada a fita, os expectadores tomaram de assalto o carrinho do pipoqueiro. Sabe também da técnica do merchandising, que consiste em aproveitar uma cena comum para veicular seu produto. Essa técnica é muito usada em novelas de televisão. Exemplo: Cena de bar – pessoas sentadas à mesa tomando determinada cerveja ou refrigerante.

1- Vamos trabalhar com PROPAGANDA. Lembram que trabalhamos no módulo I e II? E CLASSIFICADOS. Procure algumas em jornais, revistas, livros, out-doors, televisão, internet, etc. Observe-as.






2- Agora que você conhece alguma coisa sobre propaganda e classificados analise algumas conhecidas. Veja a distribuição de cores, a colocação das palavras, o uso das formas etc.

3- Chegou a sua hora. Convença o próximo de que seu produto é a melhor coisa do mundo. Use todos os recursos e venda então um desses produtos: a lua, a vida, o fedex (um produto desconhecido do público), sua sala de aula, seu otimismo,  sua imaginação, um lugar ao sol.

4- Releia seus textos. Leia-os para alguém. Eles convencem? Vendem?
5- Se necessário, reescreva trechos ou o texto.
6- Passe a limpo.

quarta-feira, 25 de outubro de 2017

Atividade 4


 ATIVIDADE: Tempo de falar


Leiamos algumas máximas, ou aforismos, ou picles, como queiram. São pequenas frases que colocam o leitor em reflexão. Ou fazem com que o leitor mude seu modo de pensar.
Já se notou que o ditado popular é radical. Ele encerra uma verdade eterna. É perigoso por isso. É comum se ouvir: “ Dize-me com quem andas, que eu te direi quem és”. E um gaiato respondeu: “E o que Judas fazia com Jesus Cristo?” Vamos fazer como que esse gaiato, desestruturar os ditados, as frases feitas, as frases congeladas: “Liberdade é uma calça velha, azul e desbotada.” Tentaremos criar algumas máximas ou picles. Agora, alguns exemplos, retirados das Máximas da Tia Zulmira, de Stanislaw Ponte Preta:
·         Entre as três coisas melhores desta vida, comer está em segundo e dormir em terceiro.
·         Enquanto houver mandioca, a farinha está garantida.
·         A política tem esta desvantagem: de vez em quando o sujeito vai preso, em nome da liberdade.
·         O amor é eterno, nós é que estamos sempre a transferi-lo para outra repartição.
·         Malandro prevenido dorme de botina.
·         Mulher  e livro ... emprestou, volta estragado.
·         Mais vale um filé em casa do que um boi no açougue
·         As coisas que mais contribuem para avacalhar a dignidade de um homem são bofetão de mulher, tombo de bunda no chão e dor de barriga..
·         Mosquito sabido morde primeiro e faz o zunido depois.

Em Reflexões sem dor, Millôr Fernandes condensa a verdade também em pequenas frases, por exemplo:
·          Um país só tem verdadeira liberdade de expressão quando um homem pode dizer em público, bem alto, tudo o que lhe vem à cabeça ao bater o martelo no dedo.
·         O pobre trabalha para comer. O rico trabalha para comer fora.
·         O silêncio é de prata, tempo é dinheiro, mas nem tudo que reluz é ouro.
·         Queridinho é o nome de solteiro do marido.
·         Sansão, sim, é que era um espetáculo. Quando acabou seu show a casa veio abaixo.
·         Uma coisa é definitiva: quem se curva diante dos opressores mostra o traseiro aos oprimidos.
·         Amor com amor se pega.
·         Não somos a imagem de Deus. Somos apenas a sua autocrítica.
·         Pensar – eis um verbo reflexivo.

Agora é a vez de Mário da Silva Brito, que criou o desaforismo. Aforismo é  a arte de condensar a verdade numa sentença iluminada.
·         Amai-vos uns ás outras.
·         Ofício de bombeiro é fogo!
·         Sereia – mulher de ex-cama.
·         Ai que saudade que tenho da Aurora da minha vida!
·         Quem dá aos pobres, empresta a Deus. Pela escassez  das esmolas, parece que Deus anda de crédito baixo.
Vejam, também, algumas imagens!






2- Agora é a sua vez. Daremos uma série de provérbios e esperamos que você interfira neles  mudando o seu sentido, como no exemplo que se segue; “Quem cedo madruga fica com sono o dia inteiro”, ou “muitos serão os chamados e poucos os atendidos”. Isso é da Bíblia ou da Telefônica?

a)      Quem cala consente.
b)      Em terra de cego, quem tem um olho é rei.
c)      Mais vale um pássaro na mão do que dois voando.
d)     Água mole em pedra dura tanto bate até que fura.
e)      Pimenta nos olhos dos outros é refresco.
f)       Cão que ladra não morde.

3- Depois de concluído, passe a limpo. 

Resultado das produções da Atividade 3

Nossos mini contos


Geraldo e Joana



Era uma vez um mosquito de nome Geraldo, que namorava uma "mosquita" de nome Joana.
Geraldo marcou um encontro com Joana para às 17:30. Às 17:30 horas Geraldo cai num pega mosca.
O tempo foi passando e Joana ficou preocupada com a demora. Aí, ela pensou que Geraldo estava de brincadeira e por isso arrumou outro namorado.

Laís Vitória Almeida de Assis



O fim dos ratos
Esta é a história de três ratos que se chamavam Eduardo, Ramon e Altamir.
Um dia eles tiveram uma ideia de roubar comida da casa da dona Stéfany e conseguiram muitas coisas: uva, maça, pão, e, principalmente, queijo. Aí eles deram de cara com um gato faminto e correram para um quarto escuro e quente. Lá ficaram com muita fome, pois as comidas ficaram no chão. O gato não conseguiu pegar dois dos ratos. Um ele pegou, que foi Ramon, o mais gordo. Os outros dois morreram asfixiados.

Ítalo

Romeu e Julieta

Esta é a história de Romeu e Julieta. Eles eram um casal de namorados que viviam um amor proibido. Os pais não gostavam do namoro porque as famílias eram inimigas, mas Romeu e Julieta, com a ajuda do frei, se casam.
Um certo dia, Romeu envolve em uma briga com o primo de Julieta, que acaba morrendo. Romeu precisa fugir e Julieta é prometida em casamento, porque seus pais não sabiam. Então, o frei e Julieta armaram um plano e combinaram de avisar a Romeu, mas não aconteceu. Julieta tomou o veneno e adormeceu. Quando Romeu chegou e viu Julieta no chão, também bebeu o veneno e dormiu. Julieta ao acordar pensou que Romeu tinha morrido. Então, ela pega o punhal e tenta se matar. Romeu acorda e explica que um amigo conseguiu lhe avisar, por isso ele pegou o punhal de madeira.
E assim, eles foram felizes para sempre.
Júlia

Um dia no trânsito

Era uma vez um carroceiro e o burro, que todos os dias carregavam coisas.
Um certo dia, o carroceiro foi fazer uma mudança do outro lado da cidade. Aí no meio do caminho, numa rua movimentada, a carroça ficou parada impedindo o trânsito.
De repente, todos os carros buzinaram ao mesmo tempo. Foi um desespero total, pois o carroceiro não sabia o que fazer. Então, ele desceu da carroça e pediu ajuda para as pessoas. Demorou, mas o burro resolveu sair do lugar e todos puderam seguir em frente.

Érick